As informações foram selecionadas na Internet e no site oficial do Vasco. Caso tenha informações a acrescentar, envie-nos com a fonte de consulta.



Todos os Presidentes

Escolha do nome do clube

Bicho

Casaca! O grito de guerra

Primeiro marketing

Inauguração da Gávea

Gandula

Lado direito do anel do Maracanã

Primeiras torcidas organizadas

Gol olímpico

Vascainos Famosos


Felicidade, teu nome é Vasco

Estátua do Bellini

Outro Vasco em Goa, Índia

Hino de Portugal

Apelidos do clube

Jogadores com laços de parentesco

Pó-de-mico

Presidente do Vasco, sócio do Flamengo

Bandeiras - Escudos - Cruz de Malta

As 8 estrelas

Vai da Zebra

Outras curiosidades (fonte: HP DO VASCO)


Todos os Presidentes

1898 - Francisco Gonçalves Couto Júnior
1899 - Marciano Rosas
1900 - Leandro Martins
1901 - Francisco Gonçalves Couto Júnior
1902 - Miguel Braz
1903 - Alberto de Carvalho Silva
1904 - Cândido José de Araújo
1904 - Francisco Muniz Freire
1906 - Alberto Carvalho Silva
1907 - Guilherme Isensée
1908 - Felizardo Gonçalves
1909 - Álvaro Carneiro
1910 - Mário Magalhães Correia
1911 - Marcílio Teles
1912 - Aníbal Arthur Peixoto
1913 - Antônio Duarte
1914 - Alfredo Rebelo Júnior
1915 - Marcílio Teles
1916 - Vítor Farias Gonçalves
1917 - Francisco Marques da Silva
1920 - Marcílio Teles
1921 - Francisco Marques da Silva
1922 - Raul da Silva Campos
1923 - Antônio da Silva Campos
1924 - José Augusto Prestes
1925 - Antônio de Almeida Pinho
1926 - Raul da Silva Campos
1932 - Antônio de Almeida Pinho
1933 - Vitor de Morais
1936 - Jorge Matos
1937 - Pedro Pereira Novais
1939 - Antônio Da Silva Campos
1942 - Ciro Aranha
1944 - Manuel Ferreira de Castro Filho
1945 - Jaime Fernandes Guedes
1946 - Ciro Aranha
1948 - Antônio Rodrigues Tavares
1950 - Otávio Menezes Póvoa
1952 - Ciro Aranha
1954 - Arthur Braga Rodrigues Pires
1958 - Eurico da Costa Lisboa
1961 - Allah Eurico da Silveira Baptista
1963 - José da Silva Rocha
1964 - Manuel Joaquim Lopes
1966 - João da Silva
1967 - Reynaldo de Mattos Reis
1969 - Agathyrno Silva Gomes
1979 - Agathyrno Silva Gomes
1980 - Alberto Pires Ribeiro
1983 - Antônio Soares Calçada
1986 - Antônio Soares Calçada
1989 - Antônio Soares Calçada
1992 - Antônio Soares Calçada
1995 - Antônio Soares Calçada
1998 - Antônio Soares Calçada
2001 - Eurico Angelo de Oliveira Miranda
2004 - Eurico Angelo de Oliveira Miranda

A última eleição do clube ainda está sendo resolvida na justiça, numa disputa entre Roberto Dinamite e Eurico Miranda

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Escolha do nome do clube

Quando o Vasco foi fundado, a escolha do nome do clube foi muito debatida. Só escapamos de torcer pelo C. R. Alvares Cabral ou pelo C. R. Santa Cruz porque no ano da fundação comemorava-se o quarto centenário do descobrimento do caminho maritimo para as Indias pelo navegador Vasco da Gama. Por isso somos vascaínos, e nao cabralinos ou santacruzenses.
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Bicho

Torcedores vascaínos foram pioneiros na prática do que, no jargão esportivo, ficou conhecido como "bicho". Na primeira participaçãoo do Vasco na primeira divisão carioca, em 1923, os torcedores começaram a recolher dinheiro para ajudar seus craques, pagando-lhes premios em dinheiro por vitória ou empate. O valor do prêmio dependia de fatores como o adversário e a importância do jogo, além do resultado, e era anunciado segundo uma senha inspirada no jogo do bicho: Um cachorro (número 5 no jogo do bicho) significava um premio de 5 mil reis; um coelho, 10; e assim por diante. Segundo uma outra versão, torcedores premiavam os jogadores com galinhas, patos ou leitões. Esta versão não é confiável, mas fica aqui o registro.
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Casaca! O grito de guerra

Vascainos! Para o Vasco, nada?
Tudo!
Então como é que é que é que é?

CASACA
CASACA
CASACA ZACA ZACA!
A TURMA
É BOA
É MESMO DA FUZARCA!
VASCO, VASCO, VASCO!

Este grito de guerra já foi lançado milhares de vezes pela imensa torcida cruzmaltina, celebrando grandes conquistas na terra e no mar. Uma tradição que originou-se na decada de 20, e que é mantida até hoje. Tudo começou quando os remadores e outros socios do clube se reuniam na garagem de barcos para comemorar vitórias nas regatas. Invariavelmente, comparecia a estes eventos uma certa Turma da Fuzarca, que, como seu nome sugere, animava a festa. O hoje famoso grito de Casaca, que surgiu como expressão da confraternização entre os remadores e a Turma da Fuzarca, passou a ser associado às conquistas vascainas no remo e, posteriormente, disseminou-se às outras modalidades esportivas.

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Primeiro marketing

Talvez a primeira exploração da imagem de um jogador de futebol para marketing no Brasil tenha sido a contratação do atacante gaúcho Luiz Carvalho pelo Vasco em 1935. Produtores de vinho do Rio Grande do Sul pretendiam aumentar o volume de vendas no Rio de Janeiro, onde competiam com o vinho importado, num mercado formado substancialmente pela colônia portuguesa. Como a esmagadora maioria dos portugueses eram vascainos, raciocinaram os gauchos que a melhor maneira de alcançar o seu objetivo seria comprar o emerito artilheiro do Grêmio e oferece-lo de graça e com salarios pagos ao Vasco, onde ele certamente continuaria a marcar gols e os ajudaria a vender o seu produto. E assim, por quase dois anos, Luiz Carvalho - habitualmente chamado de Luiz de Carvalho pela imprensa esportiva carioca - marcou vários gols pelo Vasco, oito deles durante a conquista do campeonato de 1936, e na medida que ia marcando seus gols, ia vendendo muitos barris de vinho, principalmente para os portugueses. Cumprida a sua missão, o artilheiro voltou ao Grêmio, onde encerrou sua carreira, inclusive tornando-se mais tarde presidente do clube gaúcho, em 1974.
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Inauguração da Gávea

O estádio da Gávea foi inaugurado a 4 de setembro de 1938 com uma partida entre Vasco e Flamengo, pela primeira rodada do campeonato carioca daquele ano. Segundo o jornal A Noite, "as solenidades que precederam o encontro Vasco x Flamengo assumiram aspectos de grande expressão civico-esportiva. Era intensa a atividade dos fotografos no seu trabalho estafante e os olhares da multidão convergiam para o gramado onde os atletas do Flamengo desfilavam com muito garbo". Porém, quando a bola rolou, o Vasco encarregou-se de estragar a festa deles, vencendo inapelavelmente por 2x0. Ambos os tentos foram marcados por Niginho, um em cada tempo. O resultado, inclusive, desencadeou uma crise no clube da Gavéa, culminando com a rescisão do contrato do tecnico Dori Krueschner. Mais uma espinha de bacalhau atravessada na garganta do urubu...
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Gandula

Gandula foi um jogador argentino que atuou no Vasco em 1939, na posição de meia-esquerda, fazendo ala com outro argentino, o ponta-esquerda Emeal. Era característica do Gandula ir buscar a bola que havia saido de campo e entrega-la ao jogador encarregado de repo-la em jogo - mesmo que este fosse do time adversario. Quando passaram a ser empregados garotos com a função de devolver as bolas para o campo durante as partidas, o público os apelidou com o nome do ex-craque vascaino.
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Lado direito do anel do Maracanã

O lado do anel da arquibancada do Maracanã localizado a direita das cabines de radio é sempre ocupado pela torcida cruzmaltina. Esta tradição vem desde quando o estádio foi inaugurado em 1950, não importando qual seja o adversário do Vasco. A escolha deu sorte, pois naquele ano o Vasco foi o campeão carioca, o primeiro do Maracanã, e assim foi criada a tradição.
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Primeiras torcidas organizadas

Hoje em dia existem muitas torcidas organizadas vascainas, mas até o final dos anos 60 havia apenas uma facção, a Torcida Organizada, cujo primeiro chefe chamava-se João de Luca. Em 1956, problemas de saúde não o permitiram continuar, e ele foi então sucedido pela lendária Dulce Rosalina, a primeira mulher a chefiar uma torcida no Rio de Janeiro. Nos anos 50, tambem tornou-se celebre o torcedor Ramalho, que soprava um longo talo de mamona como uma corneta, para animar a torcida durante o jogo. Em 1970, apareceu a Força Jovem, comandada por Eli Mendes. Desde então, inúmeras torcidas organizadas têm sido criadas.

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Gol olímpico

A expressão gol olímpico surgiu no Vasco. O Wanderers era o campeão uruguaio e o país vizinho, a "Celeste Olímpica", bicampeã olímpica em 1924 e 1928 e Mundial em 1930. Em 32, o Wanderers fez um amistoso contra o Vasco, em São Januário (maior estádio do Brasil na época). O time cruzmaltino ganhou por 1 x 0, gol de Sant’Anna, cobrando escanteio. A partir daí, aquele gol estranho foi batizado de gol olímpico.

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Felicidade, teu nome é Vasco

Esta frase foi dita por Mirim, que jogou no Vasco de 1953 a 1955, num momento de rara inspiração, após uma grande vitoria. A frase passou a fazer parte da memória coletiva vascaína e, na década de 60, foi colocada numa faixa preta com letras brancas que a Torcida Organizada, chefiada por Dulce Rosalina, pendurava na grade da arquibancada no Maracanã.
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Estátua do Bellini

O mais famoso ponto de encontro dos torcedores que vão ao Maracanã é uma estátua de bronze, em frente a rampa da Avenida Maracanã, representando um jogador simbolico erguendo a Taca Jules Rimet. Erigida para homenagear os bi-campeões mundiais de 58/62, a estátua reproduz o imponente gesto imortalizado por Bellini, até hoje imitado pelos capitães das seleções campeãs das Copas. O rosto da estatua nao apresenta a menor semelhançca com o capitão da seleção campeã do mundo de 58 - ao contrário, dizem que ela se parece com o antigo cantor popular Francisco Alves. Apesar disso, a estátua foi logo batizada de Bellini pelo torcedor carioca. Bellini era também o capitão da equipe do Vasco e um jogador fortemente identificado com a camisa cruzmaltina. Porém, não importando para qual clube torcem, muitos frequentadores do Maracanã costumam marcar encontro "no Bellini".
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Hino de Portugal

Quem já ouviu o hino de Portugal há de ter notado que a sua abertura instrumental tem bastante semelhança com o início do hino do Vasco. Sendo o hino de Portugal o mais antigo dos dois, pode-se deduzir que Lamartine Babo, o compositor do hino do Vasco (e dos demais clubes cariocas) no final da década de 40, foi buscar inspiracao no hino de Portugal para a melodia da introdução do hino do Vasco.
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Apelidos do clube

Ao longo de sua história, vários apelidos para o Vasco estiveram em voga.
Nas décadas de 20 e 30, a imprensa comumente referia-se ao seu time como os Camisas Pretas, pois naquela época este era o uniforme do time de futebol, ainda sem a faixa diagonal branca que sempre foi usada pelas guarnições de remo e que só seria introduzida no inicio da década de 40.
O apelido de Gigante da Colina, que até hoje é usado, surgiu devido ao estadio de São Januário estar localizado numa região topograficamente elevada. Todavia, há quem conteste que São Januário fique numa colina, preferindo atribuir a denominação a um equívoco geográfico, pois existia um Morro de São Januário (já demolido), mas que ficava no centro da cidade, bem longe, portanto, da Rua São Januário, a principal via de acesso ao estádio. Aliás, por algum tempo, até quase o fim da decada de 30, o estádio era frequentemente chamado de Campo da Rua Abilio, que naquela epoca era como se chamava a rua General Almerio de Moura (carescendo ainda de confirmação).
O famoso epiteto Expresso da Vitória surgiu em 1945, quando o Vasco, com uma equipe fortíssima, conquistou o campeonato carioca de maneira invicta. O Expresso dominaria o futebol carioca por anos a fio, até 1952. Muitas vezes, o Vasco partia em longas excurssões e deixava uma equipe mista, ou de reservas, chamada de Expressinho, disputando torneios no Rio, ou realizando outros amistosos de menor expressão.
Na década de 40, o caricaturista argentino Lorenzo Molas, que trabalhava para o Jornal dos Sports, foi encarregado de criar charges (mascotes) dos clubes cariocas. Molas desenhou um almirante português para simbolizar o Vasco. Assim, o Vasco passou tambem a ser chamado de Almirante, denominação que era muito popular nos anos 50.
Durante o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968, o Vasco fazia uma boa campanha e veio a se tornar o único clube carioca com chance de se classificar entre os 4 finalistas (o que efetivamente acabou acontecendo). O Jornal dos Sports, tentando unir a torcida carioca em torno do Vasco como o seu representante na competição, passou carinhosamente a se referir ao time como Vasquinho - um time que, apesar de não contar com nenhuma super-estrela, era simpático e intrépido. Porém alastrava-se no país o modismo de se empregar aumentativos para tudo, desde obras faraônicas do governo, como estádios (Mineirão) e viadutos (Minhocão), até times de futebol, e o Vasco nao escapou à regra, vindo a receber o apelido de Vascão em 1970, ano em que reconquistou o título carioca depois de um longo jejum.
Ainda durante a década de 60, as torcidas adversárias, com intenções pejorativas, inventaram o apelido de Bacalhau. O apelido foi usado pelo cartunista Henfil, que na época publicava diariamente na pagina 2 do Jornal dos Sports, para batizar o seu personagem que representava um torcedor do Vasco, um português careca e bigodudo. A torcida cruzmaltina acabou por adotar o apelido com muito orgulho, e o aplica àqueles que encarnam o genuíno espírito vascaino, como o craque Edmundo, que por ocasião ao seu regresso ao Vasco em 1996, de Animal foi promovido a Bacalhau.
Durante o campeonato de 1975, especialmente no terceiro turno, o Vasco venceu várias partidas de virada, de maneira avassaladora. Surgiu então a expressão Vascão Vira-Vira, que até hoje é revivida a cada virada heróica.
O termo Machão da Gama foi criado em 1977 pelo locutor esportivo José Carlos Araújo, que acabava de assumir a chefia de esportes da Radio Nacional. Naquele ano, o Vasco formou um grande time que sagrou-se campeão estadual exibindo um futebol de alta qualidade, porém sem deixar de lado a garra e a valentia. Entretanto, a noção de que o Vasco era um time de machos já vinha pelo menos desde de 1974, como demonstra a manchete que Jornal dos Sports estampou em letras garrafais, celebrando a vitória sobre o Cruzeiro na final do Campeonato Brasileiro: VASCO MACHÃO, UAI!
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Jogadores com laços de parentesco

O ponta Orlando (Orlando Rosa Pinto) militou no Vasco de 1932 a 1942, quando pendurou as chuteiras. No ano seguinte, o Vasco comprou do Madureira o passe do seu sobrinho Jair, o grande Jair Rosa Pinto. Jair jogou no Vasco até 1946. Em 1956, o seu sobrinho Roberto Pinto, das divisões de base do Vasco, começou a ser aproveitado no time titular. Ele ficou no Vasco até 1961, e fez o gol do super-supercampeonato de 1958, na decisão contra o Flamengo (1x1).
Outro Orlando, conhecido no futebol pelo seu sobrenome, Fantoni, foi centroavante do Vasco em 1939-40, quase ao mesmo tempo que seu irmão Niginho (Leonidio Fantoni). Niginho foi também centroavante vascaíno em 1937-39, tendo inclusive sido o artilheiro do campeonato carioca logo no seu primeiro ano com a camisa cruzmaltina. O sobrinho de Orlando e Niginho, Benito (Benito Romano Fantoni), zagueiro, passou uma temporada no Vasco em 1953, porém nunca chegou a titular. Orlando Fantoni foi ainda técnico do Vasco em 1977-78 e 1980 e, por sua maneira quase carinhosa de tratar os jogadores, era chamado de "titio".
O pernambuquinho Almir (Almir Moraes de Albuquerque), ídolo do Vasco entre 1957 e 1960, era irmão mais velho do ponta-de-lanca Adilson (Adilson Moraes de Albuquerque), que começou nas divisões de base do Vasco, passou pelos aspirantes e jogou no time principal de 1967 a 1971.
Mario (Amaro Gomes da Costa), atacante do Vasco em 1963-65, era também conhecido pelo apelido de Tilico. Seu filho, Mario Tilico (Mario de Oliveira Costa), começou nas divisões de base do Vasco e chegou a ser laçcado no time principal em 1985, quando teve seu passe negociado.
Wilson Moreira, atacante do Vasco em 1957-61, era filho do consagrado tecnico Zezé Moreira (Alfredo Moreira Jr.), que dirigiu o Vasco em 1965-66.
Jardel (Mario Jardel Almeida Riberio), que havia sido artilheiro nos juniores do Vasco, entrou para a história como o autor dos dois gols da decisão do título do tricampeonato carioca de 1994. Seu irmão mais novo George começou seguindo a mesma trajetória na equipe de juniores, mas não foi aprovado ao ser promovido ao time principal em 1997.

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Pó-de-mico

Os jogadores do Vasco entravam em campo no estádio de Moça Bonita para enfrentar o Bangu, em mais um compromisso válido pelo campeonato estadual de 1979. De repente, o goleiro Leão deu meia volta e saiu em disparada para o vestiário, se coçando todo, seguido por Roberto Dinamite, Guina e outros, também com uma coceira danada. Alguém tinha jogado pó-de-mico nos craques vascainos. O autor do atentado, visto correndo com uma caixa de sapato, foi detido por policiais, que encontraram pó-de-mico dentro da caixa. Identificado como Edson Izidoro, discotecário do clube alvi-rubro, ele foi preso e autuado por perturbar a ordem. Vinte anos mais tarde, Edson, agora enfermeiro do Hospital Salgado Filho, foi preso novamente, desta vez pelo assassinato de pacientes em estado grave, no escandalo da máfia das agências funerárias. Roberto Dinamite, agora deputado estadual, declarou ao jornal O Globo: "Quando ele (Edson) aparecia na televisão eu sempre me lembrava de alguém da época do futebol. Só não imaginava que fosse o cara que deu aquela coceira braba na gente". A partida foi em 20/5/1979 e o Vasco venceu por 3x0, não obstante o pó-de-mico.
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Presidente do Vasco, sócio do Flamengo

Volta e meia é mencionado na imprensa que Antonio Soares Calçada é socio do Flamengo e que, até recentemente, comparecia religiosamente à Gavea para votar sempre que havia eleições. O que raramente é divulgado é a história de como o atual presidente do Vasco tornou-se sócio. Segundo o próprio Calçada contou num programa de TV, o título de sócio proprietário foi recebido como pagamento de uma dívida por parte do seu amigo Gilberto Cardoso, na época presidente do Flamengo. Gilberto Cardoso, considerado pelos rubronegros como tendo sido um de seus maiores presidentes de todos os tempos, devia dinheiro a uma pensão, e Calçada gentilmente se ofereceu para pagar a divida, recebendo em troca o título de sócio. Desde entao, até tornar-se presidente do Vasco, Calçada nunca deixava de comparecer a Gavea apenas no dia de eleiçes, a cada dois anos, para votar no pior candidato, é claro.
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Bandeiras - Escudos - Cruz de Malta

BANDEIRA
A atual bandeira vascaína é preta, com uma faixa diagonal branca partindo do canto superior esquerdo, a Cruz de Malta em vermelho no centro e oito estrelas douradas, dispostas em duas fileiras horizontais de quatro estrelas cada, no canto superior direito.


1ª Bandeira - 2ª Bandeira - Bandeira Atual com as 8 estrelas

ESCUDO
O primeiro escudo do Vasco foi criado em 1903 e era redondo, sem a faixa diagonal que existe hoje, mas já com a caravela no centro. Em 1920, o escudo foi modificado e ganhou o formato que conhecemos hoje, com a faixa diagonal branca. Na década de 80, uma versão mais moderna do escudo foi lançada, com as formas mais arredondadas.

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Primeiro Escudo - 1903 .....Segundo Escudo - anos 20 .....Escudo Atual - anos 80

CRUZ DE MALTA
O primeiro escudo do Vasco, criado em 1903, tinha uma Cruz de Cristo na caravela, à semelhança do que acontecia nas caravelas da época dos descobrimentos. Alguns anos depois, a Cruz de Cristo foi substituída pela Cruz de Malta. Entretanto, mais tarde, descobriu-se que a Cruz de Malta é, na realidade, uma Cruz Patée, também conhecida como Cruz Pátea. A verdadeira Cruz de Malta é bem diferente da Cruz Pátea, pois tem as extremidades bifurcadas.

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Cruz de Cristo.....Cruz de Malta.....Cruz Pátea

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As 8 estrelas

As oito estrelas representam as seguintes conquistas:
- Campeonato Invicto de Terra-e-Mar de 1945
- dois Campeonatos Sul-Americanos em 1948 e 1998
- Mercosul de 2000
- quatro Campeonatos Brasileiros em 1974, 1989, 1997 e 2000.
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Vai da Zebra

 

A expressão vai dar zebra foi usada pela primeira vez num Vasco x Portuguesa, nas Laranjeiras, pelo Carioca de 1964! O técnico da Lusa carioca era Gentil Cardoso, que profetizou: Vai dar zebra! E deu: o time cruzmaltino perdeu por 2 x 1 e a expressão entrou para o folclore do futebol brasileiro.

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Outras curiosidades

- Primeira equipe carioca a ser convidada para uma excursão ao exterior (Portugal e Espanha) - 1931: 12 jogos: 08v 01e 03d.
- Primeira equipe brasileira a ganhar um título oficial no exterior (Santiago, Chile): Campeonato Sul-americano de Clubes Campeões - 1948 (Ano do seu Cinqünetenário).
- Equipe que aplicou a maior goleada do Campeonato Estadual(RJ), na era profissioanl: 06/09/1947 - Vasco da Gama 14x1 Canto do Rio.
- Primeiro Campeão do Maracanã - Estadual de 1950.
- Primeira equipe a vencer a Taça Guanabara - 1965.
- Primeira equipe carioca a ser Campeã Brasileira - 1974.
- Única equipe brasileira a vencer a Libertadores no seu ano de seu Centenário (1998), além de jogar com o scudetto do título brasileiro (do ano anterior, 1997) na manga.
- Primeira equipe brasileira a vencer o preconceito e aceitar pobres, operários e negros no time.
- Primeira equipe brasileira a ter um presidente negro.
- Clube com o maior estádio particular do Rio de Janeiro (durante os anos de 1927 a 1942, foi o maior estádio do Brasil): Estádio Vasco da Gama, popularmente conhecido como São Januário. Capacidade oficial, hoje, de 35.000 pessoas.
- Até a construção do Maracanã, o estádio do Vasco foi palco de inúmeras manifestações populares, como: Discursos presidenciais, principalmente Getúlio Vargas; Assinatura da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e Regência de coros, com milhares de pessoas, do maestro Heitor Villa-Lobos, entre outras.
- Time com o maior artilheiro absoluto do Campeonato Brasileiro (até 2004): Edmundo (1997), com 29 gols.
No ano de 2001, o Vasco bateu o recorde de vitórias consecutivas (08) e de melhor início da Libertadores. Time com maior pontuação em um Campeonato Brasileiro (70 pontos, em 1997).
- Time com o maior artilheiro de todos os Campeonatos Brasileiros: Roberto Dinamite, com 190 gols.
- Time com maior número de artilheiros no Campeonato Brasileiro - 07:
-- 1974 - Roberto Dinamite - 16 gols
-- 1978 - Paulinho - 19 gols
-- 1984 - Roberto Dinamite - 16 gols
-- 1992 - Bebeto - 18 gols
-- 1997 - Edmundo - 29 gols
-- 2001 - Romário - 21 gols
-- 2005 - Romário - 22 gols

- O Vasco possui o artilheiro mais jovem do Campeonato Brasileiro: 1974 - Roberto Dinamite (20 anos) - 16 gols.
- Clube com o goleiro que ficou mais tempo invicto: Mazzaropi (18/05/1977 - 07/09/1978) - 1.816 minutos! Comprovado pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).
- Único clube brasileiro com DOIS artilheiros de COPA do MUNDO: 1950 - Ademir Menezes - 09 gols 1962 - Vavá - 04 gols.
- O Vasco é o clube brasileiro cujos jogadores marcaram o maior número de gols com a camisa da seleção brasileira em Copas do Mundo. Ao todo, foram assinalados 29 dos 173 gols feitos pela Seleção.
- O Vasco já forneceu 34 jogadores para as seleções brasileiras que disputaram as 16 Copas do Mundo (até a Copa de 1998). Sendo somente superado neste total por Botafogo (46) e São Paulo (35).
- Único clube a fazer uma "dobradinha" na artilharia do Campeonato Brasileiro: 1984 - Roberto Dinamite - 16 gols 1984 - Arthurzinho - 14 gols.
- Único clube a fazer uma "tripla" na artilharia do Campeonato Estadual: 1987 - Romário - 16 gols 1987 - Roberto Dinamite - 15 gols 1987 - Tita - 12 gols.
- Única equipe brasileira a vencer o Campeonato Brasileiro e um título internacional oficial (Copa Mercosul), no mesmo ano (2000).
- Equipe com o maior número de gols em um Campeonato Brasileiro: 69, em 1997.
- Equipe com o maior número de títulos estaduais invictos - 05: 1924, 1945, 1947, 1949 e 1992.

C
uriosidades sobre o esporte amador:
- Clube que mais cedeu atletas a uma Olimpída: 2000 em Sydney - 83 atletas.
- Único clube carioca a ser Campeão da Liga Nacional de Futsal (2000), batendo todos os recordes da Liga.
- Clube carioca com maior número de títulos nacionais no Basquete - 03:
-- 02 no masculino - 2000/01
-- 01 no feminino - 2001
- Único clube carioca com títulos internacionais no Basquete:
-- 02 Campeonatos Sul-americanos - 1998/99
-- 02 Ligas Sul-americanas (único clube brasileiro a ter este título) - 1999/2000
-- 01 Liga Sul-Americana Feminina (primeira!)
-- Único clube sul-americano que disputou a final do Mc Donald's Open (Campeonato Mundial de Clubes), contra o campeão da NBA (San Antonio Spurs - 1999).

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